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domingo, 30 de junho de 2019

Educar para a vida

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Na postagem de novembro de 2017 intitulada “Educar para a vida” relato a importância em o professor saber como conduzir a educação, pois através dela são formados os saberes para a vida e para o mundo, essa postagem me levou a reflexões sobre as atividades dirigidas durante meu estágio onde com um planejamento de atividades procurei desenvolver nas crianças autonomia, responsabilidades e respeito.
Muitas atividades tiveram o resultado no momento, outras o passar do tempo dirá qual foi o resultado, muitas vezes isso parece pouco para mim como professor, pois ensinar para a vida é diferente que ensinar somar, por exemplo, os dois ensinamentos são necessários, um você pode saber se sua aula atingiu os objetivos fazendo uma prova o outro são as atitudes ao longo da vida que dirão se a semente plantada dará frutos.
Em uma conversa entre professores ouvi “Como gostaria de estar por aqui e ver o futuro no Menino X, pois provavelmente será igual ao pai e os tios, a fruta não cai longe do pé”, me entristeci, pois o pai e tios são pessoas envolvidas com tráfico e assassinatos, e me perguntei, será que não podemos como professores fazer nada para mudar essa história? Será que o tempo que passou com nós, quatro anos oito horas por dia é pouco para mudarmos uma história?

Percebo que muitas pessoas passam a responsabilidade para a sociedade como se não fosse parte desta sociedade, sei que a família possui sua responsabilidade na educação, mas também sei que nós como seres humanos e por estarmos em uma posição que facilita pelo contato com as famílias precisamos fazer nossa parte, e fazer com que a criança se sinta amada e saiba de seu valor é o primeiro passo, assim poderemos semear coisas boas que poderão fazer a diferença no futuro.

sábado, 29 de junho de 2019

Consciência fonológica através da contação de histórias

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Em junho de 2018 na postagem do meu blog intitulada “Consciência fonológica”, registrei  que a capacidade de refletir e compreender  a estrutura sonora das palavras é uma habilidade que se desenvolve gradualmente à medida que a criança adquire conhecimentos e constrói suas aprendizagens, e que existem muitas maneiras de estimular a consciência fonológica, mas, se o processo for lúdico, o resultado será mais satisfatório.
No desenvolver do meu estágio a contação de histórias foi o tema do projeto usado para o desenvolver das atividades, e foi desta maneira que as crianças foram estimuladas a despertar o interesse pela leitura e a consciência fonológica. Através da literatura, é possível promover o conhecimento da criança sobre si e sobre o seu mundo, despertando e incentivando a curiosidade, o encantamento, os questionamentos, as dúvidas, os questionamentos sobre a relação que os mesmos fazem sobre o mundo que os rodeia. Sobre essa afirmação Celso Sisto contribui com a afirmação:
Contar histórias é extremamente importante e benéfico para as criança, desde a mais tenra idade. Há quem afirme a eficácia de embalar os bebês, ainda no ventre, com a melodia da voz da mãe, contando histórias, para familiarizar a criança desde aí, com mecanismos narrativos, e com a proximidade e o afeto que o contar histórias envolve. (SISTO, 2005, p.144) 


A literatura é uma ferramenta que nos possibilita viver o novo, tanto no “mundo da fantasia” quanto no mundo real, pois ilustra acontecimentos que refletem em nossa vida e no dia a dia. Sempre que contamos histórias, as crianças interagem com as mesmas, demonstrando curiosidades em relação ao que pode acontecer, o que cada personagem vai fazer, e assim, eles vão se envolvendo, se entregando e participando daquele momento mágico. Essa questão nos faz refletir e levar em consideração, que é na infância, e através da literatura que se desperta o gosto pela leitura, onde gera-se o interesse pelas histórias possibilitando assim, auxiliar na transformação das crianças e no seu desenvolvimento emocional, físico, cognitivo e social.
Partindo desse pressuposto, é de suma importância que a criança conheça os diferentes sons das palavras, as entonações e expressões reconhecendo diferentes sentimentos como medo, raiva, dúvida, coragem e alegria. O autor Abramovich ressalta que:
Chegaram ao seu coração e à sua mente, na medida exata do seu entendimento, de sua capacidade emocional, porque continham esse elemento que a fascinava, despertava o seu interesse e curiosidade, isto é, o encantamento, o fantástico, o maravilhoso, o faz de conta. (ABRAMOVICH, 1997, p. 37).



Emoção, afetividade e inteligência

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Na postagem de junho de 2018 onde registro sobre a teoria de Wallon, relato sobre dar espaço as emoções das crianças, para Wallon a afetividade e a cognição sempre estarão em movimento, oscilando diante das aprendizagens que o sujeito inserir no decorrer de sua vida. Nesse modo de ver, ambas estão interligadas de tal maneira que essa relação interfere e determina o desenvolvimento da inteligência e a formação psíquica de um sujeito na infância. Portanto, é nesse sentido que a obra Walloniana afirma que a emoção se entrelaça com a afetividade e a inteligência e passa a ser desta forma, também, e essencialmente, um fator significativo na convivência do sujeito, se tornando assim um elemento fundamental de compreensão para a formação de educadores. Conforme cita:
“[...] a emoção estabelece, pois, as bases da inteligência; se identifica com o seu desenvolvimento próximo, a afetividade, surge como condições para toda e qualquer intervenção sobre aquela. Nesse sentido, o autor caracteriza a emoção como fator principal para o desenvolvimento da criança, bem como para a formação do indivíduo e sua personalidade em meio a seu meio social. A emoção, segundo Dantas (1992, p. 85) é simultaneamente social e biológica em sua natureza, pois realiza a transição entre o estado orgânico do ser e a sua etapa cognitiva, racional, que só pode ser atingida através da mediação cultural, isto é, social.”

Perante essas afirmações novamente sou remetida as reflexões feitas durante meu estágio e durante as pesquisas realizadas no trabalho de conclusão do curso onde mostro as dificuldades que as crianças  que sofrem com descaso da família e da própria escola quando se refere ao aprendizado e ao convívio em grupo. A contação de histórias é uma das maneiras que nós professores podemos usar para ajudar as crianças na solução de seus problemas, partindo desses pressupostos, podemos elencar que as histórias trabalham problemas existenciais típicos da infância, como medos, sentimentos de bondade, solidariedade, cooperação, tristeza e de carinho, curiosidade, dor, perda e vitórias, além de ensinarem infinitos assuntos. Ressalta-se que a criança aprende brincando em um mundo de imaginação, sonhos e fantasias. Sendo assim, é através de experiências felizes com as histórias, contos e clássicos infantis que a criança tem a possibilidade de interagir com diversos textos trabalhados, possibilitando o entendimento do mundo em que vivem, bem como  a construção de seu próprio conhecimento.

Conhecendo minha turma


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Na postagem “Mapeando minha turma” de novembro de 20017 relato sobre a composição da minha turma na época, hoje refletindo sobre a escrita do meu TCC e das reflexões do meu estágio percebo uma grande diferença na turma de2017 e na atual, principalmente a dificuldade encontrada pela escola em relação a turma devido o comportamento agressivo de algumas crianças.
Esse foi um dos motivos que me levou ao estudo de caso desenvolvido no trabalho de conclusão de curso, onde precisei conhecer mais profundamente o histórico das crianças escolhidas por fazerem parte da turma do maternal II e por suas histórias representarem a de muitas crianças dentro da escola bem como por carregarem em suas vidas marcas da comunidade onde vivem, crianças em situação vulnerável sofrendo com o descaso das famílias, da sociedade e da própria escola.

O resultado me mostrou a necessidade e as vantagens que temos em conhecer nossas crianças, sua história e cultura para que possamos assim desenvolver um trabalho pedagógico conforme suas necessidades e seus conhecimentos. Durante meu estágio usei a contação de histórias para me aproximar das crianças e de suas histórias promovendo e despertando o aprendizado, Sendo assim, os momentos de contação de histórias, oportunizam as crianças um melhor desenvolvimento, como meio de socializar, auxiliando na inserção delas no mundo. É através de uma história que se pode viajar, descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser. Em sua fala, Abramovich,relata que quanto mais cedo à criança tiver convívio com a literatura, com as atividades de contação de histórias, mais cedo despertará não só o prazer pela leitura como também para adquirir uma postura crítico-reflexiva que reflete no seu desenvolvimento físico, cognitivo, emocional e social (ABRAMOVICH 2008, p.17). Através das histórias, a criança é capaz de estabelecer a sua identidade, compreender as relações familiares e sociais e assumir diferentes papéis, tornando-se assim os protagonistas de sua própria história

Educação, racismo e contação de histórias


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    Em novembro de 2017 com a postagem intitulada “Educação e racismo” registro sobre a discriminação de pessoas por diferentes situações sejam elas de raça, situação financeira ou cultural.
   Para desenvolver o trabalho de conclusão de curso utilizei como método de pesquisa, o estudo de caso, o qual é norteado pela seguinte questão: “Qual o papel da literatura e da contação de histórias na construção da autoimagem e autoestima nas crianças da educação infantil”?  Esse tema veio ao encontro da postagem realizada anteriormente onde encontra registrado “A realidade da discriminação racial no país faz com que muitas pessoas sejam submetidas, todos os dias, ao ódio e à intolerância, e as crianças estão incluídas nessa discriminação, sabendo que o desenvolvimento da autoestima se dá nos primeiros anos de vida da criança, por meio do modo com que a criança é tratada pela família e também nas relações sociais. Entre os efeitos da discriminação está o sentimento de desvalorização, a rejeição da própria imagem, a inibição e a dificuldade de confiar em si mesma”.

   Os estudos realizados durante o trabalho mostraram o quanto a descriminação atingiu a vida de duas crianças e seu aprendizado, também me levou a reflexões sobre a necessidade de sabermos ouvir nossas crianças em suas palavras, sentimentos, brincadeiras, comportamentos e principalmente em seus silêncios. A literatura nos mostrou uma  forma de conhecer e de ajudar nossas crianças em seus dilemas internos de forma lúdica sem discriminação, afim de intermediar de maneira agradável o ensino aprendizagem.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Inclusão


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Na publicação de novembro de 2017 intitulada “Inclusão” relato sobre as dificuldades encontradas pelos profissionais da educação quando se deparam com crianças especiais em sala de aula, na época eu não possuía nenhuma criança em minha sala e nem mesmo na minha escola, hoje possuo quatro criança com diagnóstico de autismo e uma  com síndrome de dawn, um desafio sentido na pele.
 A inclusão vem fazendo a educação fluir novamente espalhando um novo olhar e uma nova formação para todos que dela participam implicando em mudanças e por uma nova interpretação. As diferenças culturais, raciais , religiosas, enfim toda a diversidade humana tem sido tratada  de maneira mais natural e isso faz com que aprendamos mais do mundo e de nós mesmos.
             Essas mudanças são um desafio, é um tempo de adaptação para as crianças e para nós professores, pois a cobrança por fazer da melhor maneira é algo que move o corpo docente e interfere diretamente na vida das crianças. Nestes casos o apoio da família e da escola é de suma importância para o professor, pois desta maneira é possível um trabalho pedagógico de valia para todas as crianças indiferentes da situação e das dificuldades de aprendizado.

            Ser desafiado a mudanças nos traz aprendizados únicos, pois crianças são únicas e a elas meu respeito e gratidão por me ensinarem sobre o mundo e sobre a vida.

A educação e as mudanças II


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Em outubro de 2017 descrevi no blog sobre as mudanças de comportamento e na cultura assim como na educação, mudanças essa necessárias, porém não suficientes.

Conforme o texto “Um olhar sobre a educação moderna no século XXI” o desencontro entre a realidade vivida dentro das escolas e a sociedade que se mantém em transformações diárias interfere nessa relação, a escola deveria ser um espaço de cruzamento de culturas, onde novas práticas culturais fossem criadas e compartilhadas, dando a cada indivíduo respeito e significado. Os alunos estão passando por uma transformação influenciados pela mídia e pela tecnologia, uma mudança drástica perante as outras gerações, para isso é necessário a mudança na educação e na forma de ensinar, pois mudou a forma que os alunos vêem o ambiente educacional no qual ele está inserido.
Refletindo sobre os acontecimentos em minha escola, e acontecimentos que a mídia mostra os quais já estamos nos acostumando a ver como algo normal, que é a falta de limites dos alunos e o desrespeito com a vida e com a integridade dos professores me pergunto, até quando teremos professores dispostos a continuar a luta por uma educação onde o respeito aos alunos seja prioridade se as famílias deixaram de ter a educação de seus filhos uma prioridade? Sou tomada muitas vezes por uma grande tristeza quando na educação infantil, minha área de atuação, possuímos crianças de três anos que enfrentam os professores com agressões físicas e verbais por não aceitarem terem seus desejos frustrados, por não saberem que o colega também tem direito, que a vida é formada por direitos e deveres...
Acredito que seja necessário continuar mudando, professores precisam continuar se aperfeiçoando para que seja possível acompanhar esta nova geração, o mundo é outro, os tempos são outros, as famílias são outras, porém sem respeito é impossível trabalhar, é impossível viver de forma digna professores e alunos, muito tem se falado em mudanças pensando no aprendizado das crianças e afirmo mudanças necessárias, mas é o momento de começarmos a pensar em mudanças que tragam segurança aos professores.


       


Professor reflexivo

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      Em 13 de julho de 2017 registrei no blog sobre professor reflexivo, relendo a postagem e refletindo sobre minhas mudanças perante minha atuação docente, percebo que muito mudei na maneira de ser professor, mas principalmente na maneira de ver meus alunos.

     Assim encontra-se registrado “ Professor reflexivo  é pensar naquilo que se faz e naquilo que se pratica as vezes exigindo mudança de postura, analisando a nossa forma de atuar.As aulas da PEAD tem me ajudado muito nessa mudança de comportamento pessoal e profissional, onde tenho procurado um equilíbrio entre a reflexão e a rotina, entre as atitudes e o pensamento, pois a educação não é a execução de receitas, mas é uma interação entre a pessoa do professor e a pessoa do aluno, entre a instituição escola e a sociedade.” Agora após mais uns semestres de aula a necessidade de refletir sobre as minhas ações tem sido mais intensas, o estágio e o TCC tem me levado a um aprendizado mais profundo, onde posso afirmar que conhecer as crianças e suas histórias é  a melhor maneira de ajudá-las no seu desenvolvimento e na busca por novos aprendizados. 
     
"Para cuidar é preciso antes de tudo estar comprometido com o outro, com sua singularidade, ser solidário com suas necessidades, confiando em suas capacidades. Disso depende a construção de um vínculo afetivo entre quem cuida e é cuidado (RCNEI- Vol. 1, p. 75, MEC/SEF, 1988)."

domingo, 9 de junho de 2019

Democracia e autonomia nas pequenas atitudes




A postagem de junho de 2018 sobre escolas democráticas me remeteu a mudanças simples realizadas em sala com uma turma de educação infantil, pois a democracia também pode e deve ser exercida desde criança.
            A sala sempre teve a escolha do ajudante do dia, algo comum nas escolas onde uma criança e escolhida conforme combinados pré estabelecidos para ser quem irá auxiliar a professora neste dia, e na minha turma não era diferente, uma medalha ou coroa era confeccionada e a criança usava para identificação, Após a contação de uma história as crianças receberam um tesouro e nele havia muitas fantasias e acessórios, esse tesouro passou a ser o diferencial na escolha do ajudante do dia, pois cada um no seu dia, definido em um sorteio pela turma, escolhia o que desejava usar para sua identificação, permitindo assim criar autonomia de maneira democrática, e principalmente de maneira que enchia os ajudantes de orgulho e alegria.

            Mudanças simples em nossa sala de aula podem mudar o dia de uma criança e futuramente essa criança mudar o mundo.

As marcas pedagógicas II

                      

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A minha postagem no blog em julho de 2018 intitulado “As marcas pedagógicas” me levaram ao encontro das reflexões realizadas durante as atividades com meus alunos, mas em especial me fizeram refletir durante a escrita do meu trabalho de conclusão de curso onde o caso de estudo se refere a crianças que sofrem com os descasos e negligências dos pais, escola e sociedade

As escolas são compostas por inúmeras crianças com dificuldade de aprendizado e de comportamento, atitudes essas provenientes da vida que possuem fora da escola e que precisam ser conhecidas pelo professor para que possamos auxiliar de maneira eficaz nossas crianças.

         No estudo de caso que relato no meu TCC relato uma das atividades realizadas durante meu estágio chamada de “Caixa de espelhos” o sentimento encontrado em uma criança de três anos, sentimento de revolta, desprezo e tristeza os quais faziam desta criança o “aluno problema” para a mãe e para a escola, após esse conhecimento passei a ver suas atitudes como uma maneira de pedir socorro para sua realidade e foi através de atividades pedagógicas e da contação de histórias com um olhar especial para os sentimentos e moções das crianças que obtive o resultado esperado com a turma, o comportamento mudou e os aprendizados fluíram de maneira mais significativa.


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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Analisando as postagens do blog

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Quando foi proposta a atividade de leitura e classificação das postagens do blog confesso que achei uma atividade sem muito fundamento, mas fui surpreendida com o resultado, pois pude principalmente fazer uma auto avaliação, percebi as mudanças na estrutura das postagens, a melhora no desenvolver da escrita e o quanto cresci em conhecimentos, a vontade realmente foi de refazer algumas postagens, mas é essa percepção do quanto poderia ter sido melhor que mostra o crescimento do meu aprendizado.

                     A comparação e discussão com as colegas sobre as postagens me ajudaram e fortaleceram meus conhecimentos tanto pessoal como profissional, pois descobri fatos, medos, dúvidas e compartilhei conhecimentos, que antes pareciam exclusivos meus e agora vejo que fazem parte da educação em diferentes escolas e com diferentes alunos das mais variadas idades.  Percebemos que na verdade as postagens podem ser classificadas de formas diferentes, isso não quer dizer que uma das formas seja a correta e que esta não possa ser mudada, e que autor e leitor podem tirar conhecimentos diferenciados conforme a interpretação e a necessidade que cada um possui.





terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Projetos de Aprendizagem

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     Projeto de aprendizagem é uma inovação necessária nas escolas, inclusive na educação infantil, minha área de atuação, onde é valorizado as falas, interesses e realidade de cada aluno, realizando pesquisas e buscando respostas, despertando o interesse em novas descobertas e novos desafios.
   Nas aulas de PEAD também sigo construindo meus aprendizados e descobrindo a importância da autonomia dos alunos na construção de seu próprio aprendizado e a capacidade que cada um têm de se expressar, de questionar, respeitando seus conhecimentos e sua realidade.

    Os PAS (projetos de aprendizagem) exigem que nós professores saiamos do comodismo das aulas tradicionais, dando importância aos saberes, transformando as aulas em aprendizado colaborativo e contagiante. Para um bom aproveitamento desse projeto é necessário uma adaptação ao currículo escolar, a faixa etária das crianças e o local onde elas estão inseridas, de início parecia impossível trabalhar com um projeto desses com educação infantil, pois eles ainda não possuem acesso a escrita e a leitura propriamente dita, mas como explica Piaget que crianças de 2 a 6 anos desenvolvem o  “pensamento mágico”: a realidade é aquilo que a criança sonha e deseja, e dá explicações com base na sua imaginação, sem ter em consideração questões de lógica, e é observando e acompanhando as crianças e suas atitudes e curiosidades, valorizando e incentivando a procura de respostas tornamos o aprendizado algo prazeroso e eficaz.

Perdendo o medo de escrever

    
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    Como diz o escritor Rubens Alves: “Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.” Assim percebo minhas dificuldades e mudanças na hora de escrever e na forma de registrar meus pensamentos, idéias e conhecimentos, está é sem dúvida uma oportunidade para uma auto avaliação de minhas deficiências, o maior desafio é não escrever muito dizendo pouco.

    Só existe uma maneira de perder o medo de escrever: escrevendo, mas percebo que isso não é tão fácil assim, a insegurança é a grande vilã, mas descobri que escrever também é uma ciência onde se constrói e reconstrói idéias e textos até chegarmos a um resultado satisfatório, não o ideal pois conforme os conhecimentos são adquiridos as melhoras vão acontecendo naturalmente com muita leitura, de gibis à Bíblia, tentando sondar o que o leitor gostaria de  ler e ainda não leu, algo novo e de proveito para sua vida, capaz de despertar conhecimentos, curiosidades, sentimentos e sonhos.

“Somos donos dos nossos atos
mas não donos dos nossos sentimentos.
Somos culpados pelo que fazemos
mas não pelo que sentimos.
Podemos prometer atos,
mas não podemos prometer sentimentos.
Atos são pássaros engaiolados. Sentimentos são pássaros em vôo
”.

Rubens Alves

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Fracasso escolar

    


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     Independente de nossa cor, raça, gênero, etc. já tivemos em nossas vidas experiências de  sucesso e fracasso., mas quando juntamos fracasso ao termo “escolar”, somos levados a nossa realidade, as nossas escolas. Se recorrermos a nossa memória, certamente lembraremos de muitas experiências de fracasso, inclusive que vivemos nas escolas e que muitas vezes deixaram em nossas vidas marcas profundas.
     O fracasso escolar é um tema polêmico no espaço escolar, pois está ligado a reprovação, evasão, Indisciplina e outras questões, esse é um problema  onde o aluno não é o único culpado, precisamos pensar em toda questão pedagógica. Se aceitamos que somos seres diferentes, precisamos de práticas pedagógicas que valorizem e façam proveito dessas diferenças, a família e a escola juntas podem desempenhar um papel importante na evolução da aprendizagem gerando condições necessárias para o aluno aprender.

Apresentação final semestre III

    

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 A elaboração da apresentação final do semestre III, foi para mim mais tranqüilo, pois estava mais consciente de como funcionaria, o que novamente me surpreende é o quanto aprendi enquanto relatava o meu aprendizado e como é possível perceber as mudanças ocorridas nesse tempo.

     Durante a apresentação das colegas também aprendi e refleti sobre muitos aspectos ligados aos alunos e principalmente a minha vida como professora, uma das coisas que me chamou a atenção foi o fato de nunca ter planejado para minha vida trabalhar com adolescentes, por achar que esse trabalho não é tão compensador como trabalhar com educação infantil, minha área de atuação, e observando os aprendizados e os resultados adquiridos pelas colegas, despertou em mim um desejo de trabalhar com os maiores, pois elas me mostraram que quando se ama trabalhar na educação os desafios é o que nos impulsiona, o que nos faz crescer.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Aula Magna, "Mas para que serve?"

   
  Assistindo a "Aula Magna" com o professor e filósofo Nucio Ordine, e a utilidade dos saberes inúteis,chamou minha atenção, entre muitas colocações, algo que me identifiquei, e acredito não ser a única, quando se adquire novos conhecimentos e um novo olhar sobre a educação e ao chegar no âmbito escolar ouvimos a mesma pergunta feita pelo professor: "Mas para que serve?"


   Isso é natural quando exige que saiamos da nossa comodidade, precisamos deixar de lado o que é muitas vezes costumeiro para aprender, reaprender e crescer como profissionais e como ser humano, essa reação faz parte da maneira que fomos educados onde se vai a escola pelo diploma que precisamos para poder ser alguém perante a sociedade, onde na verdade estamos a disposição para servir ajudando na formação de seres livres.
   O utilitarismo tem ocupado espaço em nossas vidas que deveriam ser ocupado por valores, por isso cabe a nós educadores que amamos o que fizemos e que não estamos aqui por utilitarismo na educação, trabalhar por uma sociedade livre.