domingo, 22 de maio de 2016

Minha primeira aula de Libras

   Em primeiro lugar quero falar do quanto fiquei encantada e impactada com essa aula,nunca tive contato direto com uma pessoa surda e talvez por isso não esperava ter um professor surdo, para começar quero dizer que ''coitato'' não são as pessoas com deficiência e sim pessoas como eu, que se desanimam muitas vezes perante as simples dificuldades que a vida oferece, aí chega um professor com deficiência auditiva e dá uma aula show, onde aprendi sobre superação, família, confiança e vi o quanto Deus é bom, que me ensina e me corrige através da postura que outra pessoa tem perante a vida. Me sinto frustrada por saber que no mundo em que vivemos existem tantas barreira de comunicação onde os surdos são obrigados a assimilar a língua oral e nós ouvintes não podemos despender um pouco do nosso tempo para aprender a língua dos sinais .Naquela noite vim para casa e fiquei pensando no que o professor falou sobre os programas de televisão por ex: onde a tela menor é para os deficientes auditivos e a maior é para nós que podemos entender o que se passa sem se quer olhar para a televisão, como nos acostumamos com as coisas principalmente quando os favorecidos somos nós, quanta comodidade, quanta falta de amor pelo próximo.

  

Construção do conhecimento na educação infantil.

    Mesmo já tendo feito uma postagem sobre construção do conhecimento, gostaria de voltar a este assunto ,mas agora direcionado a minha área de atuação que é a educação infantil.
    É evidente a importância da brincadeira no desenvolvimento infantil, é observando e sendo sensível que podemos verificar os caminhos que ela trilha ao aprender sem a interrupção direta de um adulto, brincando ela aprende a lidar com o mundo a sua volta, recria situações cotidianas, forma sua personalidade e experimenta sentimentos básicos.
   Mesmo enquanto brincam vejo o quanto é importante a participação do professor, não inibindo a brincadeira, mas através do diálogo incentivando e valorizando o brincar, mesmo sozinhas ou em grupo esta é uma atividade onde as crianças procuram compreender o mundo e as ações humanas nas quais se inserem cotidianamente. Brincar é aprender, é viver e ser feliz!

Construção do conhecimento.

    O processo de construção do conhecimento é permanente e vai estar sempre em desenvolvimento, ou seja, novos níveis de conhecimento vão sendo indefinitivamente construídos.
    Neste processo vejo a importância do papel do professor e do contexto social na construção do conhecimento do aluno, este processo deve ser conduzido pelo professor, visando atingir os alvos desejados, assegurando um ambiente onde os alunos possam reconhecer  e refletir sobre suas próprias idéias, aceitar que outras pessoas expressem pontos de vista diferente dos seus, mas igualmente válidos e possam avaliar a utilidade dessas idéias em comparação com as teorias apresentadas pelo professor.
''Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.''
Paulo Freire



domingo, 15 de maio de 2016

Minha voz minha vida

      A frase mais marcante para mim do filme foi a usada pela professora durante sua consulta:"Minha voz é muito mais que minha ferramenta de trabalho, minha voz é a minha vida". Não tenho como não falar do filme pois me identifiquei muito com ele, trabalho com educação infantil há 3 anos, mas antes disso já apresentava problemas de ronquidão e falta de voz, isso foi diagnosticado como algo decorrente de úlcera nervosa e gastrite, agora que minha voz é meu trabalho e é minha vida, fui procurar ajuda e descobri que já possuo "calos" nas cordas vocais, o filme me mostrou que na verdade simples cuidados podem mudar toda uma vida.
     Me entristeço profundamente quando estou e uma atividade, normalmente quando é música e não consigo prosseguir, decidi levar mais á sério os exercícios e as dicas da fono, pois amo muito o que faço e escolhi fazer da minha voz a minha vida. 


segunda-feira, 11 de abril de 2016

Aula Magna, "Mas para que serve?"

   
  Assistindo a "Aula Magna" com o professor e filósofo Nucio Ordine, e a utilidade dos saberes inúteis,chamou minha atenção, entre muitas colocações, algo que me identifiquei, e acredito não ser a única, quando se adquire novos conhecimentos e um novo olhar sobre a educação e ao chegar no âmbito escolar ouvimos a mesma pergunta feita pelo professor: "Mas para que serve?"


   Isso é natural quando exige que saiamos da nossa comodidade, precisamos deixar de lado o que é muitas vezes costumeiro para aprender, reaprender e crescer como profissionais e como ser humano, essa reação faz parte da maneira que fomos educados onde se vai a escola pelo diploma que precisamos para poder ser alguém perante a sociedade, onde na verdade estamos a disposição para servir ajudando na formação de seres livres.
   O utilitarismo tem ocupado espaço em nossas vidas que deveriam ser ocupado por valores, por isso cabe a nós educadores que amamos o que fizemos e que não estamos aqui por utilitarismo na educação, trabalhar por uma sociedade livre.

Sujar? NÃO...brincar e aprender

     Segundo Piaget (1896-1980)  visto em aulas  da PEAD, O brincar na educação infantil é o momento em que as crianças aprendem explorando o imaginário e enriquecendo suas vivências com os outros e com o mundo. O que tenho percebido é que a liberdade de  brincar, e de criar, têm passado a ser um momento, muitas vezes,que as crianças só encontram no âmbito escolar, pois na maioria das vezes exige tempo dos pais ou responsáveis, isso chamou minha atenção em uma simples brincadeira com tinta, que chamamos de "A alegria das cores", as crianças eram livres para criar e descobrir o mundo das cores, a alegria era visível, mas enquanto algumas tinham medo de sujar os dedos, outros aproveitaram ao máximo a oportunidade, não só de pintar com os dedinhos, mas usaram as duas mãos, braços e coloriram inclusive o rosto, fazendo da atividade uma verdadeira festa.
     Esse é um exemplo de atividade que me dá muito mais prazer do que trabalho, e tenho certeza que para as crianças muito mais alegrias e descobertas do que simples mãos sujas de tinta.

domingo, 10 de abril de 2016

Iniciando 2016 na PEAD

   
    Retornar as aulas da PEAD para mim é muito bom, pois estar cursando pedagogia além de ser um sonho e uma necessidade é para mim uma forma de me sentir viva dentro da educação.
     A verdade é que muitas vezes nos acomodamos com as coisas do jeito que estão,e voltar a estudar me trouxe de volta uma parte que eu havia deixado de lado, estou lançando um novo olhar sobre minha escola e sobre minhas crianças, e os conhecimentos que venho adquirindo com o curso tem me alegrado e me edificado como professora e como ser humano, não posso deixar de relatar que a troca de experiências tem sido de grande valia, sempre tem algo que me identifica, e como fica mais fácil quando a gente percebe que não é só comigo que isso acontece.
     Espero nesse semestre continuar aprendendo e reaprendendo, assim como, que eu possa servir de ajuda para alguém também. Bom retorno para nós que queremos uma educação melhor!!!!!!