segunda-feira, 11 de abril de 2016

Aula Magna, "Mas para que serve?"

   
  Assistindo a "Aula Magna" com o professor e filósofo Nucio Ordine, e a utilidade dos saberes inúteis,chamou minha atenção, entre muitas colocações, algo que me identifiquei, e acredito não ser a única, quando se adquire novos conhecimentos e um novo olhar sobre a educação e ao chegar no âmbito escolar ouvimos a mesma pergunta feita pelo professor: "Mas para que serve?"


   Isso é natural quando exige que saiamos da nossa comodidade, precisamos deixar de lado o que é muitas vezes costumeiro para aprender, reaprender e crescer como profissionais e como ser humano, essa reação faz parte da maneira que fomos educados onde se vai a escola pelo diploma que precisamos para poder ser alguém perante a sociedade, onde na verdade estamos a disposição para servir ajudando na formação de seres livres.
   O utilitarismo tem ocupado espaço em nossas vidas que deveriam ser ocupado por valores, por isso cabe a nós educadores que amamos o que fizemos e que não estamos aqui por utilitarismo na educação, trabalhar por uma sociedade livre.

Sujar? NÃO...brincar e aprender

     Segundo Piaget (1896-1980)  visto em aulas  da PEAD, O brincar na educação infantil é o momento em que as crianças aprendem explorando o imaginário e enriquecendo suas vivências com os outros e com o mundo. O que tenho percebido é que a liberdade de  brincar, e de criar, têm passado a ser um momento, muitas vezes,que as crianças só encontram no âmbito escolar, pois na maioria das vezes exige tempo dos pais ou responsáveis, isso chamou minha atenção em uma simples brincadeira com tinta, que chamamos de "A alegria das cores", as crianças eram livres para criar e descobrir o mundo das cores, a alegria era visível, mas enquanto algumas tinham medo de sujar os dedos, outros aproveitaram ao máximo a oportunidade, não só de pintar com os dedinhos, mas usaram as duas mãos, braços e coloriram inclusive o rosto, fazendo da atividade uma verdadeira festa.
     Esse é um exemplo de atividade que me dá muito mais prazer do que trabalho, e tenho certeza que para as crianças muito mais alegrias e descobertas do que simples mãos sujas de tinta.

domingo, 10 de abril de 2016

Iniciando 2016 na PEAD

   
    Retornar as aulas da PEAD para mim é muito bom, pois estar cursando pedagogia além de ser um sonho e uma necessidade é para mim uma forma de me sentir viva dentro da educação.
     A verdade é que muitas vezes nos acomodamos com as coisas do jeito que estão,e voltar a estudar me trouxe de volta uma parte que eu havia deixado de lado, estou lançando um novo olhar sobre minha escola e sobre minhas crianças, e os conhecimentos que venho adquirindo com o curso tem me alegrado e me edificado como professora e como ser humano, não posso deixar de relatar que a troca de experiências tem sido de grande valia, sempre tem algo que me identifica, e como fica mais fácil quando a gente percebe que não é só comigo que isso acontece.
     Espero nesse semestre continuar aprendendo e reaprendendo, assim como, que eu possa servir de ajuda para alguém também. Bom retorno para nós que queremos uma educação melhor!!!!!!




quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Fundamentos da alfabetização


A interdisciplina Fundamentos da Alfabetização me deu mais visão com relação alegria e prazer na hora de aprender e descobrir como alfabetizadora na infância.
 O que aprendi e estou aprendendo abriu novos horizontes. Com relação a aprendizagem  através do lúdico e que se pode sim, por meio de brincadeiras, transmitir conhecimentos a criança. 
Na escola tradicional a alfabetização ocorre dentro da escola, mas na realidade, ela começa bem antes, nas múltiplas infâncias e múltiplas experiências que cada criança possui, por isso temos essa vasta cultura e diferentes conhecimentos adquiridos desde os primeiros dias de vida. 

Preparação do workshop de avaliação


Foi muito interessante a construção do Workshop de Avaliação pois precisei ver a relação  entre a teoria e prática e vivenciar a teoria na prática, algo novo para mim, mas de grande valia pois passei a ver a educação infantil com um novo olhar. 
Apesar das dificuldades e o quase desespero que me tomou conta, creio ter sido acrescentado saberes a minha função de educadora  e principalmente ao processo de aprendizagem que me encontro.
Espero que eu possa encontrar, e assimilar idéias que contribuam para a edificação e mudança da realidade escolar, onde as crianças possam crescer em estatura e saberes.


Eu carente de conhecimentos.

     O ser humano, em todas as fases de sua vida, está sempre descobrindo a aprendendo coisas novas pelo contato com seus semelhantes e pelo domínio sobre o meio em que vive.
     Nascemos para aprender, para descobrir e apropriar-se dos conhecimentos, desde os mais simples até os mais complexos, e é isso que nos garante a sobrevivência e a integração da sociedade.
     Essa sou eu, quem diria, depois de 18 anos sem estudar estou fazendo pedagogia e aprendendo muito e necessitando de mais aprendizados. Bora rumo 2018.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

As mídias e a erotização infantil

   Este foi um assunto que me impactou, nunca havia prestado atenção no que a mídia tem feito com a imagem de algumas crianças.
   As crianças, hoje, passam o maior tempo do dia vendo filmes e jogos onde as informações erotizadas são infiltradas sem a menor censura e com apelos de consumo massivo visualizados a todo momento em nossas TVs pelas crianças que se tornam o alvo principal dos meios de comunicação e econômico.
Em países mais desenvolvidos, como o Canadá e outros as leis proíbem a inserção ou vinculação de imagens infantis em propagandas que induzem ao consumo e a erotização.
Nossas crianças estão se tornando adultas cada vez mais cedo,c
omo pais e educadores precisamos refletir e tomar atitudes no sentido de lutar por medidas que contribuam na edificação de uma infância e que as crianças não sejam usadas como comércio erótico, se nos calarmos perante isso não podemos nos sentir agredidos perante um pedófilo, lembro assim de uma frase que ouvi:" não podemos reclamar do que toleramos".